"LEITE" Palavra que soa como um deleite! "Queres um belo copo de leite quente?" Essa pergunta foi feita pela última vez por alguém que amava você - e você adorava seus cuidados.
A questão da alimentação e especialmente do leite está associada a importantes conteúdos emocionais e culturais. Realmente o leite foi o nosso primeiro alimento e, fortunadamente, da nossa própria mãe. Uma relação amorosa de conceder e receber. Era o único caminho para a sobrevivência, se não era leite materno, era de vaca ou leite de soja - raramente era de cabra, de camela ou de búfala.
Agora, somos uma nação de consumidores de leite. Quase todos nós, lactentes, adolescentes, jovens, adultos e até idosos, bebemos dezenas ou mesmo centenas de litros por ano, com acréscimo de muitos quilos de derivados do leite, como queijo, manteiga e iogurte.
Há algo de errado nisso? Vemos na televisão imagens de pessoas bonitas irradiando saúde e ouvimos mensagens afirmando que, "O leite é bom para o seu corpo". Nossos nutricionistas insistem "Você tem que tomar leite, ou onde é que você vai obter cálcio?" Os lanches das escolas sempre incluem leite e quase todas as refeições hospitalares contém leite. Com se isso não fosse suficiente, nossos nutricionistas nos disseram por anos que os produtos lácteos pertencem ao "grupo de alimentos essenciais". Os propagandistas das indústrias informam que gráficos coloridos destacando a necessidade do leite e outros nutrientes essenciais foram disponibilizados "sem custos" para as escolas. É assim que o consumo do leite de vaca torna-se um hábito "normal".
Muitos pesquisadores da nutrição humana não admitem a utilização do leite para adultos, segundo citação de março / abril de 1991 do Utne Reader: "Se você realmente quer ter uma vida saudável, deve aderir ao crescente número de americanos e ocidentais que estão eliminando completamente os produtos lácteos em suas dietas. Embora isso pareça radical para alguns de nós dependentes do leite e dos cinco grupos alimentares básicos, é uma opção extremamente viável. Aliás, de todos os mamíferos, somente os seres humanos - e apenas uma minoria - principalmente Caucasianos - continua a beber leite além de infância".
ONDE ENCONTRAR RESPOSTAS?
Acredito que existem três fontes confiáveis de informação. A primeira e provavelmente a melhor é o estudo da natureza. A segunda é o estudo da história da nossa própria espécie. Finalmente, devemos considerar a literatura científica mundial a respeito do leite.
Vamos, inicialmente, dar uma olhada na literatura científica. Entre 1988 e 1993 foram publicados mais de 2.700 artigos que tratam de leite no 'Medicine archives'. Cerca de quinze centenas dos artigos abordam o leite como foco principal e não há falta de informações científicas sobre o assunto. Revisei mais de 500 dos 1.500 artigos, descartando artigos que tratavam exclusivamente de animais, estudos esotéricos e pesquisas inconclusivas.
Entre as crianças os problemas considerados foram alergia, infecções dos ouvidos e das amígdalas, enurese, asma, hemorragia intestinal, cólicas e diabetes infantil.
Nos adultos, os problemas estavam mais centrados em torno de doenças cardiovasculares e artrite, alergia, sinusite, e os mais graves: leucemia, linfoma e câncer.
Certamente a resposta pode ser encontrada observando o que ocorre na natureza, como vivem os mamíferos em ambientes naturais, e o que acontece aos grupos humanos que vivem em estado natural como 'caçadores-coletores'.
Nossos antepassados do Paleolítico constituem outro grupo esclarecedor e interessante de estudo, entretanto estaremos limitados às evidências indiretas e especulações plausíveis. Felizmente, a massa óssea que permanece disponível para o nosso estudo leva a notáveis conclusões, não há dúvida de que esses restos esqueléticos refletem grande força e musculosidade (o tamanho das inserções musculares mostra isso), e a total de ausência de osteoporose em idade avançada. E, se você acha que esses esqueletos não são importantes para o nosso estudo, considere que os genes que programam nossos corpos funcionam quase exatamente da mesma maneira como os genes dos nossos antepassados de 50.000 a 100.000 anos atrás.
Pare para pensar, seria possível beber leite de outro mamífero que não da vaca, digamos de rata? Ou, talvez, o leite de cadela que poderia ter melhor sabor. Até leite de égua ou de gata. Você entende a idéia? Bem, eu não estou falando sério sobre isso, exceto lembrando que leite humano é para bebês humanos, leite de cães é para os cachorrinhos, leite de vaca é para bezerros, leite de gata é para os gatinhos, e assim por diante. Claramente, este é o procedimento da natureza. Perceba isso com seu próprio bom senso.
Leite não é apenas leite. O leite de cada espécie de mamífero é único e especificamente adaptado às necessidades desse animal. Por exemplo, o leite de vaca é mais rico em proteínas do que o leite humano, de três a quatro vezes (400%) mais, com cinco a sete vezes (700%) mais em conteúdo mineral. Porém, é acentuadamente deficiente em ácidos graxos essenciais quando comparado ao leite humano materno. O leite materno tem de seis a dez vezes (1.000%) mais ácidos graxos essenciais, especialmente o ácido linoléico. Além disso, o leite de vaca desnatado não tem ácido linoléico, ele simplesmente não é apropriado para seres humanos.
Agora, somos uma nação de consumidores de leite. Quase todos nós, lactentes, adolescentes, jovens, adultos e até idosos, bebemos dezenas ou mesmo centenas de litros por ano, com acréscimo de muitos quilos de derivados do leite, como queijo, manteiga e iogurte.
Há algo de errado nisso? Vemos na televisão imagens de pessoas bonitas irradiando saúde e ouvimos mensagens afirmando que, "O leite é bom para o seu corpo". Nossos nutricionistas insistem "Você tem que tomar leite, ou onde é que você vai obter cálcio?" Os lanches das escolas sempre incluem leite e quase todas as refeições hospitalares contém leite. Com se isso não fosse suficiente, nossos nutricionistas nos disseram por anos que os produtos lácteos pertencem ao "grupo de alimentos essenciais". Os propagandistas das indústrias informam que gráficos coloridos destacando a necessidade do leite e outros nutrientes essenciais foram disponibilizados "sem custos" para as escolas. É assim que o consumo do leite de vaca torna-se um hábito "normal".
O LEITE DE VACA CAUSA SÉRIAS DOENÇAS!
Você pode se surpreender ao saber que a maioria dos seres humanos que atualmente vivem no planeta Terra não bebe ou usa derivados do leite de vaca. Além disso, o leite causa doenças para a maioria deles.Muitos pesquisadores da nutrição humana não admitem a utilização do leite para adultos, segundo citação de março / abril de 1991 do Utne Reader: "Se você realmente quer ter uma vida saudável, deve aderir ao crescente número de americanos e ocidentais que estão eliminando completamente os produtos lácteos em suas dietas. Embora isso pareça radical para alguns de nós dependentes do leite e dos cinco grupos alimentares básicos, é uma opção extremamente viável. Aliás, de todos os mamíferos, somente os seres humanos - e apenas uma minoria - principalmente Caucasianos - continua a beber leite além de infância".
ESTÁS CONFUSO?
Quem está certo? Por que tal confusão? Onde obter as melhores respostas? Podemos confiar nos guardiões e nos arautos da indústria do leite? Estão os nutricionistas atualizados ou estão simplesmente replicando ensinamentos de seus antecessores? O que dizer sobre os atuais críticos da indústria do leite que buscam informações verdadeiras que alertam e clamam por prevenção?ONDE ENCONTRAR RESPOSTAS?
Acredito que existem três fontes confiáveis de informação. A primeira e provavelmente a melhor é o estudo da natureza. A segunda é o estudo da história da nossa própria espécie. Finalmente, devemos considerar a literatura científica mundial a respeito do leite.
Vamos, inicialmente, dar uma olhada na literatura científica. Entre 1988 e 1993 foram publicados mais de 2.700 artigos que tratam de leite no 'Medicine archives'. Cerca de quinze centenas dos artigos abordam o leite como foco principal e não há falta de informações científicas sobre o assunto. Revisei mais de 500 dos 1.500 artigos, descartando artigos que tratavam exclusivamente de animais, estudos esotéricos e pesquisas inconclusivas.
UMA HISTÓRIA HORRIPILANTE!
Como poderia resumir os artigos? Eles eram quase aterrorizantes. Em primeiro lugar, nenhum dos autores citou o leite de vaca como um excelente alimento livre de efeitos colaterais, o "alimento perfeito" como temos sido levados a crer pela indústria. O principal foco dos relatórios publicados parece ser sobre a irritação intestinal, cólicas intestinais, sangramento intestinal, anemia, reações alérgicas em bebês e crianças, bem como, infecções causadas pela salmonela. Mais ameaçador, ainda, é a preocupação com as infecções virais como o vírus da leucemia bovina ou de um vírus semelhante ao da AIDS, e com a diabetes infantil. A contaminação do leite através de sangue, de glóbulos brancos (pus), e de grande variedade de produtos químicos e inseticidas, também foi discutida.Entre as crianças os problemas considerados foram alergia, infecções dos ouvidos e das amígdalas, enurese, asma, hemorragia intestinal, cólicas e diabetes infantil.
Nos adultos, os problemas estavam mais centrados em torno de doenças cardiovasculares e artrite, alergia, sinusite, e os mais graves: leucemia, linfoma e câncer.
Certamente a resposta pode ser encontrada observando o que ocorre na natureza, como vivem os mamíferos em ambientes naturais, e o que acontece aos grupos humanos que vivem em estado natural como 'caçadores-coletores'.
Nossos antepassados do Paleolítico constituem outro grupo esclarecedor e interessante de estudo, entretanto estaremos limitados às evidências indiretas e especulações plausíveis. Felizmente, a massa óssea que permanece disponível para o nosso estudo leva a notáveis conclusões, não há dúvida de que esses restos esqueléticos refletem grande força e musculosidade (o tamanho das inserções musculares mostra isso), e a total de ausência de osteoporose em idade avançada. E, se você acha que esses esqueletos não são importantes para o nosso estudo, considere que os genes que programam nossos corpos funcionam quase exatamente da mesma maneira como os genes dos nossos antepassados de 50.000 a 100.000 anos atrás.
O QUE É O LEITE?
O leite é a secreção láctea materna, nutriente de curta duração para recém nascidos, nada mais, nada menos. Invariavelmente, a mãe de qualquer mamífero irá fornecer seu leite durante um curto período de tempo imediatamente após o nascimento. Quando chega a hora do "desmame", os filhotes jovens são introduzidos à alimentação apropriada para cada espécie de mamífero. Um exemplo familiar é o de um cachorro, a mãe amamenta o filhote durante algumas semanas e então o rejeita e ensina-o a comer alimentos sólidos. A amamentação é proporcionada pela natureza apenas para os mamíferos recém nascidos. Não é possível, evidentemente, que animais vivendo em estado natural continuem consumindo leite após o desmame.TODOS OS TIPOS DE LEITE SÃO IGUAIS?
Existe ainda o problema, de onde podemos obter nosso leite. Decidimos obtê-lo da vaca por causa de sua natureza dócil, de seu tamanho, e por seu abundante suprimento de leite. De certo modo esta escolha parece 'normal' e abençoada pela natureza, por nossa cultura e nossos costumes. Mas é natural? É sensato beber leite de outra espécie de mamífero?Pare para pensar, seria possível beber leite de outro mamífero que não da vaca, digamos de rata? Ou, talvez, o leite de cadela que poderia ter melhor sabor. Até leite de égua ou de gata. Você entende a idéia? Bem, eu não estou falando sério sobre isso, exceto lembrando que leite humano é para bebês humanos, leite de cães é para os cachorrinhos, leite de vaca é para bezerros, leite de gata é para os gatinhos, e assim por diante. Claramente, este é o procedimento da natureza. Perceba isso com seu próprio bom senso.
Leite não é apenas leite. O leite de cada espécie de mamífero é único e especificamente adaptado às necessidades desse animal. Por exemplo, o leite de vaca é mais rico em proteínas do que o leite humano, de três a quatro vezes (400%) mais, com cinco a sete vezes (700%) mais em conteúdo mineral. Porém, é acentuadamente deficiente em ácidos graxos essenciais quando comparado ao leite humano materno. O leite materno tem de seis a dez vezes (1.000%) mais ácidos graxos essenciais, especialmente o ácido linoléico. Além disso, o leite de vaca desnatado não tem ácido linoléico, ele simplesmente não é apropriado para seres humanos.
Comida não é apenas alimento, e leite não é só leite. Não é apenas uma quantidade adequada de alimento, mas a própria composição qualitativa mais adequada para a saúde e desenvolvimento. Os bioquímicos e fisiologistas - e raramente doutores em medicina - estão gradualmente descobrindo que os alimentos contêm os elementos essenciais que permitem, a uma espécie particular, o desenvolvimento de suas habilidades específicas.
Evidentemente, nosso processo de adaptação se orienta para o desenvolvimento neurológico avançado e para um delicado controle neuromuscular. Nós não temos grande necessidade de um robusto crescimento do esqueleto ou de fortes grupos musculares como ocorre com o bezerro. Pense nas diferenças entre as exigências das mãos humanas e as demandas do casco de uma vaca. Os recém-nascidos humanos necessitam de materiais específicos para o desenvolvimento de seus cérebros, medulas espinais e nervos.
No "American Journal of Clinical Nutrition" (1982) Ralph Holman relatou que uma criança desenvolveu grave doença neurológica ao ser alimentada com líquidos por via intravenosa. Os líquidos utilizados continham somente o ácido linoléico, um dos ácidos graxos essenciais. Quando o outro, o ácido alfa linoléico foi adicionado aos fluidos intravenosos os distúrbios neurológicos desapareceram.
No mesmo jornal, cinco anos depois Bjerve, Mostad e Thoresen, trabalhando na Noruega, encontraram exatamente o mesmo problema em pacientes adultos com alimentação, durante longo tempo, por tubo gástrico.
Em 1930 o Dr. G.O. Burr, em Minnesota, trabalhando com ratos descobriu que deficiências de ácido linoléico criaram uma síndrome de deficiência. Porque isso é mencionado? No início de 1960 pediatras encontraram lesões de pele em crianças alimentadas com fórmulas sem o mesmo ácido linoléico. Relembrando a pesquisa e adicionando o ácido à fórmula o problema foi sanado - o que faltava era justamente os ácidos graxos essenciais - o leite de vaca é marcadamente deficiente neles em comparação ao leite humano.
A mais recente investida da alta tecnologia sobre a pobre vaca é o hormônio do crescimento bovino ou BGH. Esta droga da engenharia genética foi desenvolvida, supostamente, para estimular a produção do leite, mas de acordo com a Monsanto, fabricante do hormônio não deve afetar o leite ou a carne. Há três outros fabricantes: Upjohn, Eli Lilly, e a American Cyanamid Company. Obviamente, não há estudos de longa duração sobre o efeito do hormônio no consumo humano do leite. Alguns países já proibiram o BGH por questões de segurança. Um dos problemas relacionados com a adição de moléculas ao corpo das vacas leiteiras é que as moléculas geralmente migram para o leite. Eu não sei como você se sente, mas eu não quero experimentar o hormônio do crescimento. Um problema relatado é que ele provoca um aumento significativo (50 a 70 por cento) de mastite. Isto, então, requer terapia com antibióticos e os resíduos dos antibióticos aparecem no leite.
Evidentemente, nosso processo de adaptação se orienta para o desenvolvimento neurológico avançado e para um delicado controle neuromuscular. Nós não temos grande necessidade de um robusto crescimento do esqueleto ou de fortes grupos musculares como ocorre com o bezerro. Pense nas diferenças entre as exigências das mãos humanas e as demandas do casco de uma vaca. Os recém-nascidos humanos necessitam de materiais específicos para o desenvolvimento de seus cérebros, medulas espinais e nervos.
O LEITE MATERNO AUMENTA O QI?
O leite materno contribui para o aumento da Inteligência? Parece que sim. Em um notável estudo publicado no Lancet em 1992 (vol. 339, p. 261-4), em uma amostragem de trabalhadores britânicos, bebês prematuros foram colocados, aleatoriamente, em dois grupos. Um grupo recebeu uma fórmula adequada, o outro grupo recebeu leite materno. Ambos os líquidos foram dados por tubo estomacal. Estas crianças foram acompanhadas por mais de 10 anos. Em testes de inteligência, as crianças alimentadas com leite humano tiveram em média 10 pontos a mais de QI! Bem, por que não? Por que não deveriam ter um efeito positivo os corretos blocos de construção para a rápida maturação e crescimento do cérebro?No "American Journal of Clinical Nutrition" (1982) Ralph Holman relatou que uma criança desenvolveu grave doença neurológica ao ser alimentada com líquidos por via intravenosa. Os líquidos utilizados continham somente o ácido linoléico, um dos ácidos graxos essenciais. Quando o outro, o ácido alfa linoléico foi adicionado aos fluidos intravenosos os distúrbios neurológicos desapareceram.
No mesmo jornal, cinco anos depois Bjerve, Mostad e Thoresen, trabalhando na Noruega, encontraram exatamente o mesmo problema em pacientes adultos com alimentação, durante longo tempo, por tubo gástrico.
Em 1930 o Dr. G.O. Burr, em Minnesota, trabalhando com ratos descobriu que deficiências de ácido linoléico criaram uma síndrome de deficiência. Porque isso é mencionado? No início de 1960 pediatras encontraram lesões de pele em crianças alimentadas com fórmulas sem o mesmo ácido linoléico. Relembrando a pesquisa e adicionando o ácido à fórmula o problema foi sanado - o que faltava era justamente os ácidos graxos essenciais - o leite de vaca é marcadamente deficiente neles em comparação ao leite humano.
BEM, PELO MENOS O LEITE DE VACA É PURO!
Quem sabe? Há cinqüenta anos uma vaca média produzia 5 litros de leite por dia. Hoje as melhores produtoras fornecem 60 litros! Como se chegou a isso? Através de drogas, antibióticos, hormônios, alimentação forçada e reprodutores especializados.A mais recente investida da alta tecnologia sobre a pobre vaca é o hormônio do crescimento bovino ou BGH. Esta droga da engenharia genética foi desenvolvida, supostamente, para estimular a produção do leite, mas de acordo com a Monsanto, fabricante do hormônio não deve afetar o leite ou a carne. Há três outros fabricantes: Upjohn, Eli Lilly, e a American Cyanamid Company. Obviamente, não há estudos de longa duração sobre o efeito do hormônio no consumo humano do leite. Alguns países já proibiram o BGH por questões de segurança. Um dos problemas relacionados com a adição de moléculas ao corpo das vacas leiteiras é que as moléculas geralmente migram para o leite. Eu não sei como você se sente, mas eu não quero experimentar o hormônio do crescimento. Um problema relatado é que ele provoca um aumento significativo (50 a 70 por cento) de mastite. Isto, então, requer terapia com antibióticos e os resíduos dos antibióticos aparecem no leite.
Parece que a opinião pública está preocupada com este produto e em uma pesquisa 43 por cento considera que o hormônio do crescimento de leite tratado representa um risco para a saúde.
Um vice-presidente de políticas públicas da Monsanto opôs-se a tal rotulagem porque isto criaria uma 'distinção artificial'. O país está inundado com leite, nos produzimos mais leite do que podemos consumir. Não vamos criar novos custos de armazenagem e mais encargos aos contribuintes, porque a lei obriga ao USDA (United States Department of Agriculture) a comprar todo o excesso de manteiga, queijo, ou de leite em pó desnatado a um preço subsidiado fixado pelo Congresso! No ano fiscal de 1991, o USDA gastou 757 milhões de dólares com o excesso de manteiga, e um bilhão de dólares por ano, em média, para garantir preços durante os anos 1980 (Consumer Reports, Maio 1992: 330-32).
BEBENDO TOXINAS!
Qualquer mamífero em lactação excreta toxinas através de seu leite. Isto inclui antibióticos, pesticidas, produtos químicos e hormônios. Além disso, todo leite de vaca contém sangue! Os inspetores sanitários estão orientados a mantê-los dentro de certos limites. Você ficaria horrorizado ao saber que o USDA (United States Department of Agriculture) permite que o leite possa conter de um a um e meio milhão de glóbulos brancos por mililitro. (Isso corresponde a quase 1 grama). Se você não saiba disto, sinto dizer-lhe que a outra maneira de descrever o excesso de glóbulos brancos é simplesmente pus.
Resumindo, leite puro é um cocktail de substâncias químicas, biológicas e bacterianas. Por último, será que a Food and Drug Administration (FDA) protege você? O United States General Accounting Office (GAO) nos diz que o FDA e os Estados nacionais não estão conseguindo proteger o público dos resíduos de drogas contidas no leite, porque somente existem testes autorizados.para 4 das 82 drogas usadas em vacas leiteiras.
É difícil acreditar!, o porta-voz da Milk Industry Foundation afirma que o leite é perfeitamente seguro. Jerome Kozak diz, "Eu, ainda, acho que o leite é o produto mais seguro que temos".
Outros, pesquisadores menos tendenciosos, encontraram o seguinte resultado: 38% das amostras de leite em 10 cidades estavam contaminadas com sulfas ou outros antibióticos. (fonte: Centre for Science in the Public Interest e The Wall Street Journal, 29 de dezembro de 1989). Um estudo similar realizado em Washington, DC, encontrou uma taxa de contaminação de 20 por cento (Nutrition Action Healthletter, abril de 1990).
O que está acontecendo aqui? A FDA encontrou alguns problemas em testes de leite, com o uso de padrões fracos, mas utilizando critérios 'normais', os dados da FDA mostram que 51 por cento das amostras de leite apresentaram vestígios de droga.
Vamos nos concentrar nisso porque é importante para nossa compreensão das discrepâncias aparentes. A FDA usa um método de análise que pode detectar apenas 2 das 30 ou mais drogas encontradas no leite. Além disso, o teste detecta apenas níveis relativamente elevados das drogas. Um teste mais poderoso chamado o "Teste Charm II" pode detectar drogas em 5 partes por um bilhão.
Um relatório recente mostrou aumento da concentração de pesticidas no tecido mamário de mulheres com câncer de mama na análise dos tecidos de mulheres com doença fibrocística. Outros artigos da literatura médica, também, descrevem problemas. Basta digitalizar esses títulos:
1. Cow 's Milk as a cause of Infantile Colic breast-feed infants. Lancet 2 (1978): 437
2. Dietary Protein-Induced Colitis in Breast- Fed Infants, J. Pediatric. I01 (1982): 906
3. The Question of the Elimination of Foreign Protein in Women's Milk, J. Immunology 19 (1930): 15
Entre muitos outros, existem dezenas de estudos que descrevem o imediato aparecimento da alergia ao leite de vaca em crianças que estão sendo amamentadas exclusivamente ao seio materno! Os alérgenos do leite de vaca eventualmente aparecem no leite materno e são transmitidos para a criança.
O Doutor Frank Oski do Departamento de Pediatria no Upstate Medical Centre, comentando a recomendação, relatou alguns problemas como a perda aguda de sangue gastrintestinal em crianças, falta de ferro, dores abdominais recorrentes, infecções transmitidas pelo leite incluindo seus contaminantes, e disse: Porque fornecer leite frequentemente - ou então alguma vez? Diante das incertezas sobre os perigos potenciais do leite integral bovino, parece prudente recomendar que o leite integral não deva ser introduzido até que as respostas estejam disponíveis. Não é hora para experiências, a nutrição humana não pode ser objeto para 'especulações econômicas'.
Na mesma edição do 'Pediatrics' ele ainda comentou: Minha tese é que o leite integral não deva ser fornecido como alimento às crianças no primeiro ano de vida devido à sua associação com a deficiência de ferro que causa anemia (o leite é tão deficiente em ferro, que uma criança teria de beber um impossível quase 3 litros de leite por dia para obter um RDA - consumo diário recomendado - de 15 mg), incluindo o agudo sangramento gastrointestinal, e várias manifestações de alergia alimentar. "Eu sugiro que leite bovino não modificado não deve ser consumido na infância por causa dos problemas da intolerância à lactose, da sua contribuição para a gênese da aterosclerose e sua possível ligação com outras doenças".
No final de 1992 o Dr. Benjamin Spock, possivelmente o mais conhecido pediatra da história, chocou o país quando denunciou os problemas do leite e recomendou evitar o uso do leite de vaca nos dois primeiros anos de vida: "Eu quero informar aos pais que o leite de vaca embalado em caixas tem sérias falhas para bebês. O leite humano é o que deve ser fornecido aos bebês. Um estudo comparativo sobre a incidência de alergia e cólicas em lactentes de mães onívoras e veganas seria esclarecedor e deveria ser feito. Eu não encontrei tal estudo, apesar de ser importante e barato, provavelmente nunca será feito. Simplesmente porque não há interesse acadêmico ou grandes lucros econômicos envolvidos".
Outro estudo da Finlândia descobriu que as crianças diabéticas apresentaram maior níveis de anticorpos ao leite de vaca (Diabetes Research 7 (3): 137 -- 140 Março de 1988). Aqui está uma citação do estudo: "Chegamos à conclusão que tanto o padrão de consumo do leite de vaca é alterado em crianças que têm diabetes mellitus insulinodependente, ou a reatividade imunológica às proteínas do leite de vaca é amplificada, ou a permeabilidade dos seus intestinos à proteína do leite de vaca é superior à normal".
É difícil acreditar!, o porta-voz da Milk Industry Foundation afirma que o leite é perfeitamente seguro. Jerome Kozak diz, "Eu, ainda, acho que o leite é o produto mais seguro que temos".
Outros, pesquisadores menos tendenciosos, encontraram o seguinte resultado: 38% das amostras de leite em 10 cidades estavam contaminadas com sulfas ou outros antibióticos. (fonte: Centre for Science in the Public Interest e The Wall Street Journal, 29 de dezembro de 1989). Um estudo similar realizado em Washington, DC, encontrou uma taxa de contaminação de 20 por cento (Nutrition Action Healthletter, abril de 1990).
O que está acontecendo aqui? A FDA encontrou alguns problemas em testes de leite, com o uso de padrões fracos, mas utilizando critérios 'normais', os dados da FDA mostram que 51 por cento das amostras de leite apresentaram vestígios de droga.
Vamos nos concentrar nisso porque é importante para nossa compreensão das discrepâncias aparentes. A FDA usa um método de análise que pode detectar apenas 2 das 30 ou mais drogas encontradas no leite. Além disso, o teste detecta apenas níveis relativamente elevados das drogas. Um teste mais poderoso chamado o "Teste Charm II" pode detectar drogas em 5 partes por um bilhão.
CUIDADO! SEU LEITE PODE ESTAR CONTAMINADO COM PUS!
É preciso discutir um assunto desagradável. Frequentemente, as vacas são afetadas de infecções ao redor do úbere e necessitam de pomadas e antibióticos. Um artigo publicado na França nos diz que a penicilina aplicada em uma vaca aparece no leite em até 4, podendo chegar a 7, ordenhas. Em outro estudo da Universidade de Nevada, Reno fala da presença de glóbulos brancos no "leite mástico", leite de vacas com úberes infectados. Uma elaborada análise dos fragmentos de células, empregando culturas de células, da análise do fluxo citométrico, e uma grande quantidade de material de alta tecnologia, chegou à conclusão que, se a vaca tem mastite, há pus no leite. Esta informação consta em pesquisas, em linguagem disfarçada como "macrófagos contendo numerosos vacúolos e partículas fagocitadas", etc.VAI PIORAR!
Bem, pelo menos o leite materno é puro! Desculpe, um grande estudo mostrou que o leite materno em mais de 14.000 mulheres estava contaminado por pesticidas! Além disso, parece que as fontes de contaminação dos pesticidas são carne e - adivinhe - laticínios. Bem, por que não? Estes pesticidas são concentrados em gordura e é por isso que se encontram nesses produtos. (A propósito, um subgrupo de mães lactantes vegetarianas tinha metade dos níveis de contaminação).Um relatório recente mostrou aumento da concentração de pesticidas no tecido mamário de mulheres com câncer de mama na análise dos tecidos de mulheres com doença fibrocística. Outros artigos da literatura médica, também, descrevem problemas. Basta digitalizar esses títulos:
1. Cow 's Milk as a cause of Infantile Colic breast-feed infants. Lancet 2 (1978): 437
2. Dietary Protein-Induced Colitis in Breast- Fed Infants, J. Pediatric. I01 (1982): 906
3. The Question of the Elimination of Foreign Protein in Women's Milk, J. Immunology 19 (1930): 15
Entre muitos outros, existem dezenas de estudos que descrevem o imediato aparecimento da alergia ao leite de vaca em crianças que estão sendo amamentadas exclusivamente ao seio materno! Os alérgenos do leite de vaca eventualmente aparecem no leite materno e são transmitidos para a criança.
OPINIÕES DA ACADEMIA AMERICANA DE PEDIATRIA:
O 'committee of nutrition of the American Academy of Pediatrics' descreveu o uso do leite de vaca integral na infância (Pediatrics 1983: 72-253), e não forneceu qualquer razão convincente para o uso do leite bovino antes do primeiro aniversário e, Inacreditavelmente, recomenda o seu uso!O Doutor Frank Oski do Departamento de Pediatria no Upstate Medical Centre, comentando a recomendação, relatou alguns problemas como a perda aguda de sangue gastrintestinal em crianças, falta de ferro, dores abdominais recorrentes, infecções transmitidas pelo leite incluindo seus contaminantes, e disse: Porque fornecer leite frequentemente - ou então alguma vez? Diante das incertezas sobre os perigos potenciais do leite integral bovino, parece prudente recomendar que o leite integral não deva ser introduzido até que as respostas estejam disponíveis. Não é hora para experiências, a nutrição humana não pode ser objeto para 'especulações econômicas'.
Na mesma edição do 'Pediatrics' ele ainda comentou: Minha tese é que o leite integral não deva ser fornecido como alimento às crianças no primeiro ano de vida devido à sua associação com a deficiência de ferro que causa anemia (o leite é tão deficiente em ferro, que uma criança teria de beber um impossível quase 3 litros de leite por dia para obter um RDA - consumo diário recomendado - de 15 mg), incluindo o agudo sangramento gastrointestinal, e várias manifestações de alergia alimentar. "Eu sugiro que leite bovino não modificado não deve ser consumido na infância por causa dos problemas da intolerância à lactose, da sua contribuição para a gênese da aterosclerose e sua possível ligação com outras doenças".
No final de 1992 o Dr. Benjamin Spock, possivelmente o mais conhecido pediatra da história, chocou o país quando denunciou os problemas do leite e recomendou evitar o uso do leite de vaca nos dois primeiros anos de vida: "Eu quero informar aos pais que o leite de vaca embalado em caixas tem sérias falhas para bebês. O leite humano é o que deve ser fornecido aos bebês. Um estudo comparativo sobre a incidência de alergia e cólicas em lactentes de mães onívoras e veganas seria esclarecedor e deveria ser feito. Eu não encontrei tal estudo, apesar de ser importante e barato, provavelmente nunca será feito. Simplesmente porque não há interesse acadêmico ou grandes lucros econômicos envolvidos".
OUTROS PROBLEMAS
Vamos mencionar alguns problemas de contaminação bacteriana: a Salmonela, E. Coli, e infecções estafilocócicas podem ser associadas ao leite. Nos tempos antigos a tuberculose foi o maior problema e alguns saudosistas querem voltar àqueles tempos insistindo que o leite cru é um produto "natural". Isso é loucura! Um estudo da UCLA (University of California, Los Angeles) mostrou que mais de um terço de todos os casos de infecção por salmonela na Califórnia entre 1980 e 1983 foram associados ao leite cru. Isso poderia reviver os velhos bons tempos da brucelose e eu temeria, também, da leucemia. Acrescentando, na Inglaterra e no País de Gales onde o leite cru é ainda consumido ocorrem surtos de doenças em crianças consumidoras de leite de vaca. The Journal of American Medical Association (251: 483, 1984) relatou uma série de múltiplas infecções causadas por yersinia enterocolitica do leite integral pasteurizado. Isto, apesar das precauções de segurança.DIABETES JUVENIL
Todos os pais temem diabetes juvenil para seus filhos. Um estudo canadense relatado no American Journal of Clinical Nutrition, março 1990, descreve a “... correlação positiva entre o consumo de proteína do leite não-fermentado e a incidência de diabetes insulinodependente mellitus em dados fornecidos por vários países. Por outro lado uma provável relação negativa sobre a incidência de diabetes foi observada no aleitamento materno até a idade de 3 meses".Outro estudo da Finlândia descobriu que as crianças diabéticas apresentaram maior níveis de anticorpos ao leite de vaca (Diabetes Research 7 (3): 137 -- 140 Março de 1988). Aqui está uma citação do estudo: "Chegamos à conclusão que tanto o padrão de consumo do leite de vaca é alterado em crianças que têm diabetes mellitus insulinodependente, ou a reatividade imunológica às proteínas do leite de vaca é amplificada, ou a permeabilidade dos seus intestinos à proteína do leite de vaca é superior à normal".
OS CIENTISTAS ENTENDERAM MAL!
Em 18 de abril de 1992 o "British Medical Journal" publicou um esclarecedor estudo contrastando diferenças na incidência da dependência juvenil à insulina na diabetes em crianças paquistanesas que migraram para a Inglaterra. A incidência é aproximadamente 10 vezes (1000%) maior no grupo Inglês do que em crianças que continuam no Paquistão! O que causou este significativo aumento? Os autores disseram que "a dieta não foi alterada na Grã-Bretanha."Você acredita nisso? Você acha que a disponibilidade na Inglaterra de leite, açúcar e gordura é a mesma encontrada no Paquistão? Que uma mercearia na Inglaterra tem os mesmos produtos com a mesma qualidade alimentícia do Paquistão? Eu não acredito nisso nem por um minuto. Lembre-se, não estamos falando aqui sobre diabetes tipo II que afeta basicamente adultos que, por consenso, é fortemente associada à dieta, bem como a uma predisposição genética. Este estudo é um grande golpe para a perigosa generalização: "tudo está em seus genes". A diabetes tipo I sempre foi considerada genética ou possivelmente viral, mas agora isto? Os autores do último artigo concluíram que o clima mais frio na Inglaterra alterou os vírus e causou aumento real na incidência de diabetes! Os dois primeiros autores tiveram a mesma relutância em admitir o óbvio: o leite deve ter algo a ver com a doença.
O LEITE CAUSA A DIABETES INFANTIL?
" ... em 142 crianças finlandesas com diabetes recém-diagnosticada, descobriu-se que cada uma tinha pelo menos oito vezes (800%) mais anticorpos contra as proteínas do leite do que as crianças saudáveis, evidência clara de que as crianças tinham uma violenta desordem auto-imune". A equipe agora se expandiu para o estudo para 400 crianças e está começando um experimento onde 3.000 crianças não receberão qualquer produto lácteo de vaca durante os primeiros nove meses de vida. "O estudo pode levar 10 anos, mas nós vamos conseguir uma resposta definitiva de uma forma ou de outra". Um dos pesquisadores alerta, com acerto, que as mães que amamentam e usam leite de vaca na própria dieta poderão transmitir proteínas do leite de vaca ao seu próprio leite, confundindo os resultados.
Agora, qual foi a reação da American Diabetes Association? Isso é muito divertido! O Dr. F. Xavier Pi-Sunyer, presidente da associação diz: "Isso não significa que as crianças devem parar de beber leite ou que os pais de diabéticos devem retirar os produtos lácteos. São ricas fontes de boa proteína". (Ênfase acrescentada) Meu Deus, é a proteína "boa" que causa o problema! Ou a evidência de que a indústria de laticínios deve ter financiado a American Diabetes Association no passado?
LEUCEMIA? LINFOMA? PREPARE-SE PARA O PIOR!
Eu odeio dizer isso, mas o vírus da leucemia bovina é encontrado em mais de três em cinco vacas leiteiras nos Estados Unidos! Quase 80% dos rebanhos leiteiros. Infelizmente, quando o leite de várias origens é misturado, um grande percentual do leite resultante é contaminado (90 a 95 por cento). Claro que o vírus é morto na pasteurização - se a pasteurização foi feita corretamente. E se o leite é cru? Em um estudo de amostras de leite cru coletadas aleatoriamente, o vírus da leucemia bovina foi reativado em dois terços (67%) das amostras. Espero sinceramente que os rebanhos leiteiros de leite cru sejam cuidadosamente monitorados em relação aos rebanhos regulares. (Science 1981; 213:1014).O problema é mundial. Um extenso estudo feito na Alemanha lamentou a dificuldade admitindo ser impossível isolar o vírus do leite das vacas infectadas do leite proveniente resto do rebanho. Vários países europeus, incluindo a Alemanha e a Suíça, estão tentado "remover" as vacas infectadas de seus rebanhos. Indubitavelmente, os Estados Unidos é o líder na luta contra as vacas leiteiras leucêmicas, certo? Errado! Nós somos os piores do mundo, com a prévia exceção da Venezuela de acordo com Virgílio Hulse MD, um especialista em leite que também tem um BS em Dairy Manufacturing, bem como mestrado em Saúde Pública.
CHICAGO, 1985: 4 MORTES E 150 MIL DOENTES POR CAUSA DO LEITE.
Segundo a nota acima, o vírus da leucemia torna-se inativo pela pasteurização. É claro! O que não pode ocorrer é acidentes como o de Chernobyl. Um desses aconteceu na área de Chicago, em abril de 1985. Em uma moderna e enorme usina de processamento de leite ocorreu uma "conexão cruzada" acidental entre o leite cru e o pasteurizado provocando um violento surto de salmonela matando 4 e, estima-se que, adoeceram cerca 150.000 pessoas . Agora a pergunta que eu gostaria de apresentar para os responsáveis da indústria de laticínios é esta: "Como vocês podem garantir que as pessoas que beberam este leite não foram expostas à ingestão de leite cru contaminado com vírus ativos da leucemia bovina?". Além disso, seria interessante saber se uma "série" de casos de leucemia ocorreu nessa área num período de uma a três décadas. Há relatos de "grupos de pessoas com leucemia" em outros lugares, um deles foi relatado em 10 de junho de 1990 no San Francisco Chronicle atingindo o norte da Califórnia.LEUCEMIA?
O que acontece com outras espécies de mamíferos quando são expostos ao vírus da leucemia bovina? É uma séria questão e a resposta é incerta. Praticamente todos os animais expostos ao vírus desenvolvem leucemia. Isso inclui ovelhas, cabras e até mesmo primatas, como macacos rhesus e chimpanzés. A via de transmissão inclui a ingestão (também intravenosa e intramuscular) de células presentes no leite. Obviamente não há tentativas de detectar a transferência para os seres humanos, mas nós sabemos que o vírus pode infectar células humanas in vitro. Há evidências de formação de anticorpos humanos contra o vírus da leucemia bovina, o que é perturbador. Como é que o vírus da leucemia bovina afeta os humanos tornando-se antígenos? O que é esta pequena e desnaturada partícula?Se o vírus da leucemia bovina causa leucemia humana, podemos esperar que os estados produtores de leite com rebanhos leucêmicos registrados tenham maior incidência de leucemia humana. Será isso verdade? Infelizmente, parece que há comprovação! Iowa, Nebraska, Dakota do Sul, Minnesota e Wisconsin, estatisticamente, apresentam maior incidência de leucemia do que a média nacional. Na Rússia e na Suécia, áreas com o vírus incontrolado da leucemia bovina foram associadas ao aumento da leucemia humana. Também estou informado de que os veterinários têm taxas mais elevadas de leucemia do que o público em geral. Os produtores de leite apresentam as maiores taxas de leucemia. Pesquisas recentes mostram que linfócitos provenientes do leite usado na alimentação de mamíferos recém-nascidos chegam aos tecidos corporais passando diretamente através da parede intestinal.
Uma nota otimista da Universidade de Illinois, Ubana do Department of Animal Sciences mostra a importância de nossa visão. Como os produtores estão preocupados com o lucro e não propriamente com a saúde, constataram que a produção de leite foi maior com vacas afetadas pelo vírus da leucemia bovina. No entanto, quando a leucemia produziu persistente e significativa linfocitose (aumento glóbulos brancos), a produção de leite caiu. Eles sugeriram a "necessidade de re-avaliar o impacto econômico da infecção pelo vírus da leucemia bovina na indústria de laticínios". Significa isto que a leucemia é boa para os lucros desde que mantida sob controle? Você pode obter os detalhes sobre esta preocupação das empresas em Proc. Nat. Acad. Ciências, U. S. fevereiro 1989.
Eu fico pateticamente insultado quando um departamento universitário considera que esta é uma questão econômica e não de saúde pública. Não espere ajuda do Ministério da Agricultura ou das universidades. Os investimentos financeiros e as pressões políticas são muito grandes. "Você deve assumir o controle".
O que significa isso tudo? Sabemos que o vírus é capaz de produzir leucemia em outros animais. É certo que ele pode contribuir para a leucemia humana (ou linfoma, uma forma de câncer relacionado)? Vários artigos abordam este tema:
1. Epidemiologic Relationships of the Bovine Population and Human Leukemia in Iowa. Am Journal of Epidemiology 112 (1980):80
1. Epidemiologic Relationships of the Bovine Population and Human Leukemia in Iowa. Am Journal of Epidemiology 112 (1980):80
2. Milk of Dairy Cows Frequently Contains a Leukemogenic Virus. Science 213 (1981): 1014
3. Beware of the Cow. (Editorial) Lancet 2 (1974):30 4.Is Bovine Milk A Health Hazard?. Pediatrics; Suppl. Feeding the Normal Infant. 75:182-186; 1985
Na Noruega, 1.422 indivíduos foram avaliados por 11 anos. Aqueles que consumiam 2 ou mais copos de leite por dia tiveram aumento de 3,5 vezes (350%) na incidência de câncer dos órgãos linfáticos. British Med. Jornal 61:456-9, Março 1990.
Um dos artigos mais respeitáveis sobre este assunto é de Allan S. Cunningham de Cooperstown, Nova York. Escrevendo na revista The Lancet, 27 de novembro 1976 página (1184), seu artigo é intitulado, "linfomas e o consumo de proteína animal". Muitas pessoas imaginam que o leite é "carne líquida" e o Dr. Cunningham concorda com isso. Ele acompanhou o consumo de carne e produtos lácteos em termos de gramas por dia, durante um período de um ano, entre 1955-1956, em 15 países. Nova Zelândia, Estados Unidos e Canadá apresentavam os maiores níveis. Enquanto que Japão Jugoslávia e França apresentavam os menores índices. A diferença entre o maior e o menor foi bastante acentuada: 43,8 gramas / dia, para neozelandeses e 1,5 para japoneses. Uma diferença de quase 30 gramas! (Surpreendentemente, nos últimos 36 anos houve um grande aumento na quantidade de carne e leite consumidos no Japão e seus padrões em doenças estão refletindo isso, confirmando falhas na "proteção genética" observados em estudos de migração. Anteriormente, o aumento da freqüência de linfomas em Japoneses era observada apenas para aqueles que imigraram para os EUA)!
É interessante observar o memorial construído no Templo Gyokusenji em Shimoda, Japão. Ele registra o local onde a primeira vaca foi morta no Japão para consumo humano! As correntes em torno deste memorial foram presente da Marinha dos Estados Unidos; Quando você acha que o Japonês teve a idéia de comer carne? O ano? 1930.
Cunningham encontrou uma correlação positiva altamente significativa entre mortes causadas por linfomas e ingestão de carne e leite em 15 países analisados. Seguem-se algumas citações de seu artigo: "O consumo médio de proteínas em muitos países é muito superior aos níveis recomendados. O consumo excessivo de proteína animal pode ser um co-fator na gênese de linfomas agindo da seguinte maneira: a ingestão de certas proteínas resulta na absorção de fragmentos antigênicos através da membrana da mucosa gastrointestinal. Isso resulta em estimulação crônica do tecido linfóide permitindo o acesso dos fragmentos. A estimulação imunológica crônica produz linfomas em animais de laboratório e, acredita-se, que causam cânceres linfóides no homem".
Na Noruega, 1.422 indivíduos foram avaliados por 11 anos. Aqueles que consumiam 2 ou mais copos de leite por dia tiveram aumento de 3,5 vezes (350%) na incidência de câncer dos órgãos linfáticos. British Med. Jornal 61:456-9, Março 1990.
Um dos artigos mais respeitáveis sobre este assunto é de Allan S. Cunningham de Cooperstown, Nova York. Escrevendo na revista The Lancet, 27 de novembro 1976 página (1184), seu artigo é intitulado, "linfomas e o consumo de proteína animal". Muitas pessoas imaginam que o leite é "carne líquida" e o Dr. Cunningham concorda com isso. Ele acompanhou o consumo de carne e produtos lácteos em termos de gramas por dia, durante um período de um ano, entre 1955-1956, em 15 países. Nova Zelândia, Estados Unidos e Canadá apresentavam os maiores níveis. Enquanto que Japão Jugoslávia e França apresentavam os menores índices. A diferença entre o maior e o menor foi bastante acentuada: 43,8 gramas / dia, para neozelandeses e 1,5 para japoneses. Uma diferença de quase 30 gramas! (Surpreendentemente, nos últimos 36 anos houve um grande aumento na quantidade de carne e leite consumidos no Japão e seus padrões em doenças estão refletindo isso, confirmando falhas na "proteção genética" observados em estudos de migração. Anteriormente, o aumento da freqüência de linfomas em Japoneses era observada apenas para aqueles que imigraram para os EUA)!
É interessante observar o memorial construído no Templo Gyokusenji em Shimoda, Japão. Ele registra o local onde a primeira vaca foi morta no Japão para consumo humano! As correntes em torno deste memorial foram presente da Marinha dos Estados Unidos; Quando você acha que o Japonês teve a idéia de comer carne? O ano? 1930.
Cunningham encontrou uma correlação positiva altamente significativa entre mortes causadas por linfomas e ingestão de carne e leite em 15 países analisados. Seguem-se algumas citações de seu artigo: "O consumo médio de proteínas em muitos países é muito superior aos níveis recomendados. O consumo excessivo de proteína animal pode ser um co-fator na gênese de linfomas agindo da seguinte maneira: a ingestão de certas proteínas resulta na absorção de fragmentos antigênicos através da membrana da mucosa gastrointestinal. Isso resulta em estimulação crônica do tecido linfóide permitindo o acesso dos fragmentos. A estimulação imunológica crônica produz linfomas em animais de laboratório e, acredita-se, que causam cânceres linfóides no homem".
A mucosa gastrointestinal, é apenas uma abarreira parcial contra a absorção de antígenos dos alimentos, é um meio onde circulam anticorpos contra a proteína do alimento, especialmente para os potentes estimulantes linfóides. A ingestão de leite de vaca pode produzir linfadenopatia generalizada, hepatoesplenomegalia, e intensa hipertrofia adenóide.
Foi conservadora a estimativa que mais de 100 antígenos distintos são liberados pela digestão normal do leite de vaca provocando a produção de todas as classes de anticorpos. Isto pode explicar porque o leite mesmo pasteurizado contém vírus mortos, ainda antigênicos, que podem causar doenças.
Ainda há mais. Uma grande pesquisa realizada na Noruega foi relatada no British Journal of Cancer 61 (3): 456-9, março de 1990. (Cerca de 16.000 indivíduos foram seguidos por 11 anos e meio). Para a maioria dos cânceres não houve associação entre o tumor e a ingestão de leite. Contudo, no linfoma, houve uma forte associação positiva. Se um indivíduo bebeu dois copos ou mais por dia (ou o equivalente em produtos lácteos), a probabilidade foi 3,4 vezes (340%) maior, do que em pessoas que bebem menos de um copo de leite ao dia, de desenvolver um linfoma.
Ainda há mais. Uma grande pesquisa realizada na Noruega foi relatada no British Journal of Cancer 61 (3): 456-9, março de 1990. (Cerca de 16.000 indivíduos foram seguidos por 11 anos e meio). Para a maioria dos cânceres não houve associação entre o tumor e a ingestão de leite. Contudo, no linfoma, houve uma forte associação positiva. Se um indivíduo bebeu dois copos ou mais por dia (ou o equivalente em produtos lácteos), a probabilidade foi 3,4 vezes (340%) maior, do que em pessoas que bebem menos de um copo de leite ao dia, de desenvolver um linfoma.
DOENÇA DA VACA LOUCA
Você deve tomar conhecimento de outras duas doenças relacionadas com as vacas. Até o momento elas não foram relacionadas à transmissão através de produtos lácteos e não se sabe se contaminam os humanos. A primeira é a encefalopatia espongiforme bovina (BSE), e a segunda é o vírus da imunodeficiência bovina (BIV). A primeira dessas doenças, presumimos, limita-se à Inglaterra e provoca buracos no cérebro do animal. Sabe-se que as ovelhas são afetadas por uma doença chamada scrapie. É provável que doença da vaca louca teve início com a introdução de partes de ovelhas contaminadas, principalmente cérebro, na alimentação das vacas britânicas. Agora, use o bom senso. Vacas são carnívoras? Elas podem comer carne? Esta artimanha motivada pelo lucro saiu pela culatra e a encefalopatia espongiforme bovina, ou doença da vaca louca, varreu a Bretanha. A doença provoca literalmente demência no infeliz animal e é absolutamente incurável. Até esta data mais de 100.000 vacas foram incineradas na Inglaterra por determinação das leis britânicas. Entre quatrocentas e quinhentas vacas são infectadas a cada mês. O público britânico reagiu e reduziu o consumo de carne em 25 por cento, cerca de 2.000 escolas pararam de servir carne bovina para as crianças. Diversos agricultores desenvolveram uma síndrome de doença fatal que se assemelha tanto ao BSE como ao CJD (doença de Creutzfeldt-Jakob). Mas a Associação Britânica de Veterinários assegura que a transmissão da BSE aos seres humanos é "remota".
O USDA reconhece que a epidemia britânica ocorreu através da alimentação do gado com farinha de osso ou proteína animal produzidas em usinas de processamento de carcaças de ovelhas infectadas com scrapie, e proibiu a importação de bovinos vivos e ruminantes de zoológicos da Grã-Bretanha, entretanto, o USDA alega que a doença não existe nos Estados Unidos.
O USDA reconhece que a epidemia britânica ocorreu através da alimentação do gado com farinha de osso ou proteína animal produzidas em usinas de processamento de carcaças de ovelhas infectadas com scrapie, e proibiu a importação de bovinos vivos e ruminantes de zoológicos da Grã-Bretanha, entretanto, o USDA alega que a doença não existe nos Estados Unidos.
Contudo, pode haver um problema. "Vacas prostradas" são animais que chegam aos pátios dos leilões ou nos matadouros mortas, acidentadas, dilaceradas, desidratadas, ou muito doentes com doenças virais ou bacterianas que as impedem de andar. Assim, elas estão "arriadas". Se elas não puderem responder a choques elétricos para andar serão jogadas em contêineres e transportadas para usinas de processamento onde, se já não estiverem mortas, acabarão morrendo. Até uma morte "civilizada" lhes é negada. Em seguida, são transformadas em alimentos protéicos para animais, bem como para outras finalidades.
As martas que foram alimentadas com esta proteína desenvolveram uma encefalopatia fatal que tem alguma semelhança com BSE. Colônias inteiras de martas foram perdidas dessa forma, especialmente no Wisconsin. Teme-se que o agente infeccioso é um príon, um vírus lento possivelmente originado das "vacas prostradas" doentes.
O British Medical Journal em inusitado editorial intitulado "Agora isso - vacas loucas? "(BMJ, vol. 304,11 de abril 1992 : 929-30) descreve casos de BSE em espécies que não se sabia serem afetadas, como os gatos, e admite que os produtos contaminados com a encefalopatia espongiforme bovina entraram na cadeia alimentar humana da Inglaterra, entre 1986 e 1989. Como o período de incubação do vírus pode se estender por três décadas, temos que aguardar os resultados das pesquisas".
O British Medical Journal em inusitado editorial intitulado "Agora isso - vacas loucas? "(BMJ, vol. 304,
O vírus da imunodeficiência foi detectado em bovinos nos Estados Unidos e causa grande preocupação, pois sua estrutura está intimamente relacionada ao vírus humano da AIDS. Neste momento não sabemos se a exposição às proteínas de leite cru com o BIV pode contaminar a corrente linfática dos humanos tornando-a positiva para o HIV, e alarmante é a proliferação do vírus nos rebanhos americanos que está se "alastrando assustadoramente".
(O USDA se recusa a inspecionar a carne e o leite em busca de anticorpos para o retrovírus). Ele, também, não tem planos para colocar os animais infectados em quarentena. Como no caso da AIDS que afeta seres humanos, também, não há cura para BIV das vacas. A cada dia consumimos carne e produtos lácteos de vacas infectadas com estes vírus e não existe nenhuma garantia científica de que tais produtos sejam seguros. Comer carne crua (como o bife tártaro) é uma insanidade, principalmente depois das mortes de 1993, em Seattle, causadas pela bactéria E. Coli.
Uma reportagem do Canadian Journal of Veterinary Research, outubro de 1992, Vol. 56 pp.353-359 e outro da literatura russa, apresentam uma terrificante descoberta. Relatam a primeira detecção no soro humano de anticorpos à proteína do vírus da imunodeficiência bovina. Além deste relatório preocupante, foi publicado outro na Rússia nos dizendo da presença de proteínas do vírus relacionadas com o vírus da leucemia bovina em 5 de 89 mulheres com câncer da mama (Acta Virologica fevereiro 1990 34 (1): 19-26). As implicações dessas revelações são desconhecidas no momento. Contudo, é seguro afirmar que esses vírus animais são incompatíveis e não devem "conviver" no reino animal.
Uma reportagem do Canadian Journal of Veterinary Research, outubro de 1992, Vol. 56 pp.353-359 e outro da literatura russa, apresentam uma terrificante descoberta. Relatam a primeira detecção no soro humano de anticorpos à proteína do vírus da imunodeficiência bovina. Além deste relatório preocupante, foi publicado outro na Rússia nos dizendo da presença de proteínas do vírus relacionadas com o vírus da leucemia bovina em 5 de 89 mulheres com câncer da mama (Acta Virologica fevereiro 1990 34 (1): 19-26). As implicações dessas revelações são desconhecidas no momento. Contudo, é seguro afirmar que esses vírus animais são incompatíveis e não devem "conviver" no reino animal.
OUTROS CÂNCERES - SERÁ QUE SÃO PIORES?
CÂNCER DO OVÁRIO
Infelizmente sim. O câncer de ovário - tumor particularmente desagradável foi associado ao consumo de leite por trabalhadoras em Roswell Park Memorial Institute in Buffalo, New York. Bebendo mais do que um copo de leite ou equivalente por dia, uma mulher ganha um risco 3,1 vezes (310%) maior de contrair a doença do que as não consumidoras. Constataram que produtos lácteos menos gordurosos reduzem o risco. Esta associação tem sido observada repetidamente por inúmeros investigadores.Outro importante estudo, agora da Harvard Medical School, analisou dados de 27 países, principalmente a partir da década de 1970. Novamente uma significativa correlação positiva foi revelada entre o câncer do ovário e o consumo diário de leite pelas mulheres. Os pesquisadores perceberam que o fator responsável é a lactose do leite cuja digestão é facilitada pela persistência da capacidade de digestão da lactose (persistência da lactose) - evidência pouco diferente, mas equivalente. Este estudo foi relatado no American Journal of Epidemiology 130 (5): 904-10 novembro 1989, e teve como fonte artigos vindos das principais instituições de seus países, não da Rodale Press or Prevention Magazine.
CÂNCER DO PULMÃO
Também o câncer de pulmão pode ser associado à ingestão de leite? Os hábitos de consumo de leite de 569 pacientes com câncer de pulmão e 569 do grupo de controle, mais uma vez em Roswell Park, foram analisados no International Journal of Cancer, 15 de abril 1989. Pessoas que bebem leite integral 3 ou mais vezes por dia, tiveram um aumento de duas vezes (200%) no risco de contrair câncer de pulmão quando comparados aos que nunca beberam leite integral. Por muitos anos temos observado as taxas de câncer de pulmão para homens japoneses que fumam muito mais do que os americanos ou europeus, mas que desenvolveram menos cânceres de pulmão. Os pesquisadores dessa área de investigação consideram que a total ingestão de gordura é a diferença.CÂNCER DA PRÓSTATA
Não existem muitos relatos de estudos da associação entre a ingestão do leite e câncer de próstata. Um discreto relatório despertou grande interesse. Também do Roswell Park Memorial Institute, e é encontrado em Cancer 64:(3) 605-12, 1989. Foram analisadas as dietas de 371 pacientes com câncer da próstata em confronto com os indivíduos de um grupo de controle: homens que relataram beber três ou mais copos de leite integral por dia tiveram um risco relativo de 2,49 (249%) maior em relação aos homens que nunca relataram beber leite integral. Esta constatação reforça a hipótese de que a gordura animal está relacionada ao aumento do risco de câncer de próstata. O câncer da próstata é, atualmente, o mais comum dos cânceres diagnosticados em homens nos EUA, e a segunda principal causa de mortalidade por câncer.QUAIS SÃO OS BENEFÍCIOS? FONTE DE CÁLCIO?
Há alguma razão relacionada com a saúde para um adulto humano beber leite de vaca? É difícil apresentar uma boa razão, a não ser como simples preferência. Mas com esforço, em minha opinião, estas seriam as duas melhores: o leite é uma fonte de cálcio e é uma fonte de aminoácidos (proteínas). Vamos considerar, primeiro, o cálcio. Por que estamos preocupados com o cálcio? Obviamente, o que pretendemos é construir ossos fortes e nos proteger contra a osteoporose. E não há dúvida sobre isso, o leite é muito rico em cálcio. Mas é boa fonte de cálcio para os seres humanos? Penso que não. Estas são as razões: quantidades excessivas de produtos lácteos certamente interferem na absorção de cálcio, em segundo lugar, o excesso de proteína contidas no leite é uma das principais causas do problema da osteoporose.
Dr. Hegsted, na Inglaterra, há muitos anos estuda a distribuição geográfica da osteoporose. Parece que os países com maior consumo de produtos lácteos são, invariavelmente, os países com mais osteoporose. Ele percebeu que o leite é uma das causas de osteoporose, algumas razões, numerosos estudos demonstraram que o nível de ingestão de cálcio e especialmente a da suplementação de cálcio não tem qualquer efeito sobre o desenvolvimento da osteoporose. É o mais importante artigo recentemente publicado no British Journal of Medicine, onde os tentáculos da indústria de lacticínios não podem alcançar.
Outro estudo realizado nos Estados Unidos demonstra uma piora no equilíbrio de cálcio em mulheres pós-menopáusicas que consomem três copos de leite de vaca por dia. (Am. Journal of Clin. Nutrition, 1985). Os efeitos dos hormônios, do sexo, do peso sobre os ossos axiais, e a ingestão de proteínas específicas são extremamente importantes. Outra observação que pode ser útil para nossa análise é notar a ausência de registros de deficiência dietética de cálcio entre as pessoas que vivem com uma dieta natural, sem leite.
A chave para o enigma da osteoporose está em não focar o cálcio mas, sim, a proteína. Considere estes dois grupos contrastantes, os Esquimós têm, em sua dieta, uma taxa excepcionalmente elevada de ingestão protéica, estimada em 25 por cento do total calorias e, também, alta ingestão de cálcio cerca de 2.500 mg / dia. Conseqüentemente, apresentam a pior taxa de osteoporose mundial. Outro significativo grupo é o dos bantos da África do Sul. Sua dieta contém 12 por cento de proteínas, principalmente proteínas vegetais, e apenas 200 a 350 mg / dia de cálcio, cerca de metade consumida por nossas mulheres. Suas mulheres não têm praticamente nenhuma osteoporose apesar de parirem seis ou mais filhos e de os amamentarem por longos períodos! Se estas mulheres africanas imigrarem para os Estados Unidos desenvolverão osteoporose? A resposta é sim, mas não tanto como as caucasianas ou as mulheres asiáticas. Há uma diferença genética que é associada à dieta.
Para responder a uma questão óbvia: "Bem, onde você poderá obter o seu cálcio?" A resposta é: "Exatamente no mesmo lugar onde as vacas obtém o cálcio, a partir de folhas verdes que germinam da terra", principalmente a partir da folhagem de vegetais. Afinal, elefantes e rinocerontes desenvolvem seus enormes ossos (após o desmame) comendo as folhas verdes de vegetais. Assim como os cavalos, os animais carnívoros também se beneficiam de vegetais folhosos. Parece que todos os mamíferos da Terra se dão bem se viverem em harmonia com suas programações genéticas e com alimentação natural. Somente os seres humanos que vivem um sofisticado estilo de vida apresentam osteoporose galopante.
Se as referências de animais não o convencem, considere os vários bilhões seres humanos nesta terra que nunca viram leite de vaca. Deveria você pensar que a osteoporose poderia ser preponderante nesse enorme grupo? Os consumidores de leite imaginam isso, mas a verdade é exatamente o oposto. Eles apresentam taxas de osteoporose muito inferiores às verificadas nos países onde os produtos lácteos são comumente consumidos.
Este é o tema de outra pesquisa que aponta os verdadeiros vetores da osteoporose: ingestão excessiva de proteínas e falhas na sustentação ao peso sobre ossos longos, ambos atuando ao longo de décadas. Os hormônios desempenham um papel secundário, mas em mulheres são mais determinantes. O leite é um flagelo à boa saúde dos ossos.
Quanto à proteína, o leite é de fato uma rica fonte, "carne líquida", lembra-se? No entanto isso não é necessariamente o que precisamos. Na verdade é uma fonte de problemas. O consumo de proteínas pelos americanos é excessivo.
Confiamos nas informações das fontes de maior autoridade que pudemos tomar conhecimento. Esta é a última edição (1O th, 1989: 4th printing, Jan. 1992) da Recommended Dietary Allowances (quantidades recomendadas na dieta) fornecidas pelo National Research Council. Se interessar, o atual editor deste importante trabalho é o Dr. Richard Havel, da Universidade da Califórnia em San Francisco.
O que se deve observar, em primeiro lugar, é que a quantidade de proteína recomendada tem sido revisada para níveis mais baixos em edições sucessivas. A recomendação atual é 0,75 g / kg / dia para adultos de 19 a 51 anos. Isto, naturalmente, corresponde a apenas 45 gramas por dia para um virtual adulto de 60 kg. Você também deve saber que a OMS estimou a necessidade de proteínas para adultos para em 0,6g / kilo por dia. (Todas as RDA - consumo diário recomendado - foram calculadas com grande segurança mesmo se você necessita de um pouco mais). Você deve, pelo menos, consumir de 28 a 30 gramas por dia!
Agora, 45 gramas por dia é uma razoável quantidade de proteína. Considere também, que a proteína não deve ser proteína animal. A proteína vegetal é idêntica para todos os efeitos práticos e tem muito menos colesterol e gordura saturada. (Não se deixe enganar pela crença antiquada que as proteínas vegetais devem ser cuidadosamente equilibradas para evitar deficiências. Esta preocupação não é correta). Portanto, praticamente todos os americanos, canadenses, britânicos e europeus estão saturados de proteínas. Isto acarreta conseqüências graves ao longo de décadas. Os problemas são a osteoporose que já foi mencionada, aterosclerose e danos nos rins. Há claras evidências de que certas neoplasias, principalmente de cólon e reto, estão relacionados ao excesso de consumo de carne. Barry Brenner, um eminente fisiologista renal foi a primeira autoridade a apontar, rigorosamente, os perigos do excesso de proteínas para os túbulos renais. Os perigos da gordura e colesterol são conhecidos por todos. Finalmente, você deve saber que o teor de proteínas do leite materno é de apenas 0,9%, o menor de todos os mamíferos.
Qual é o problema com a lactose, o açúcar do leite? Trata-se de um dissacarídeo demasiado grande para ser absorvido pela corrente sanguínea, deve ser dividido em monossacarídeos, ou seja, galactose e glicose. Isso requer a presença de uma enzima, a lactase mais outras enzimas para quebrar a galactose em glicose.
Vamos refletir sobre isso um momento. A natureza nos dá a capacidade de metabolizar a lactose por alguns anos e depois desliga o mecanismo!. A Mãe Natureza está tentando nos dizer alguma coisa? É evidente que todas as crianças devem beber leite, mas os adultos não percebem a tendência da natureza de abandonar mecanismos que não são necessários, ainda, pelo menos metade dos adultos humanos neste planeta é intolerante à lactose. Não foi senão pela introdução relativamente recente de produtos lácteos e do pastoreio e da habilidade de "compartilhar" o leite de outros grupos de mamíferos que se tornou 'necessária' para a sobrevivência a preservação da lactase (a enzima que permite a digestão da lactose).
Outro estudo realizado nos Estados Unidos demonstra uma piora no equilíbrio de cálcio em mulheres pós-menopáusicas que consomem três copos de leite de vaca por dia. (Am. Journal of Clin. Nutrition, 1985). Os efeitos dos hormônios, do sexo, do peso sobre os ossos axiais, e a ingestão de proteínas específicas são extremamente importantes. Outra observação que pode ser útil para nossa análise é notar a ausência de registros de deficiência dietética de cálcio entre as pessoas que vivem com uma dieta natural, sem leite.
A chave para o enigma da osteoporose está em não focar o cálcio mas, sim, a proteína. Considere estes dois grupos contrastantes, os Esquimós têm, em sua dieta, uma taxa excepcionalmente elevada de ingestão protéica, estimada em 25 por cento do total calorias e, também, alta ingestão de cálcio cerca de 2.500 mg / dia. Conseqüentemente, apresentam a pior taxa de osteoporose mundial. Outro significativo grupo é o dos bantos da África do Sul. Sua dieta contém 12 por cento de proteínas, principalmente proteínas vegetais, e apenas 200 a 350 mg / dia de cálcio, cerca de metade consumida por nossas mulheres. Suas mulheres não têm praticamente nenhuma osteoporose apesar de parirem seis ou mais filhos e de os amamentarem por longos períodos! Se estas mulheres africanas imigrarem para os Estados Unidos desenvolverão osteoporose? A resposta é sim, mas não tanto como as caucasianas ou as mulheres asiáticas. Há uma diferença genética que é associada à dieta.
Para responder a uma questão óbvia: "Bem, onde você poderá obter o seu cálcio?" A resposta é: "Exatamente no mesmo lugar onde as vacas obtém o cálcio, a partir de folhas verdes que germinam da terra", principalmente a partir da folhagem de vegetais. Afinal, elefantes e rinocerontes desenvolvem seus enormes ossos (após o desmame) comendo as folhas verdes de vegetais. Assim como os cavalos, os animais carnívoros também se beneficiam de vegetais folhosos. Parece que todos os mamíferos da Terra se dão bem se viverem em harmonia com suas programações genéticas e com alimentação natural. Somente os seres humanos que vivem um sofisticado estilo de vida apresentam osteoporose galopante.
Se as referências de animais não o convencem, considere os vários bilhões seres humanos nesta terra que nunca viram leite de vaca. Deveria você pensar que a osteoporose poderia ser preponderante nesse enorme grupo? Os consumidores de leite imaginam isso, mas a verdade é exatamente o oposto. Eles apresentam taxas de osteoporose muito inferiores às verificadas nos países onde os produtos lácteos são comumente consumidos.
Este é o tema de outra pesquisa que aponta os verdadeiros vetores da osteoporose: ingestão excessiva de proteínas e falhas na sustentação ao peso sobre ossos longos, ambos atuando ao longo de décadas. Os hormônios desempenham um papel secundário, mas em mulheres são mais determinantes. O leite é um flagelo à boa saúde dos ossos.
O MITO DA PROTEÍNA
Lembre-se quando você era criança e os adultos lhe diziam "tenha certeza se você está consumindo a quantidade necessária de boas proteínas". A proteína era o nutriente "bom companheiro" quando eu era jovem. E o leite, naturalmente, o mais adequado.Quanto à proteína, o leite é de fato uma rica fonte, "carne líquida", lembra-se? No entanto isso não é necessariamente o que precisamos. Na verdade é uma fonte de problemas. O consumo de proteínas pelos americanos é excessivo.
Confiamos nas informações das fontes de maior autoridade que pudemos tomar conhecimento. Esta é a última edição (1O th, 1989: 4th printing, Jan. 1992) da Recommended Dietary Allowances (quantidades recomendadas na dieta) fornecidas pelo National Research Council. Se interessar, o atual editor deste importante trabalho é o Dr. Richard Havel, da Universidade da Califórnia em San Francisco.
O que se deve observar, em primeiro lugar, é que a quantidade de proteína recomendada tem sido revisada para níveis mais baixos em edições sucessivas. A recomendação atual é 0,75 g / kg / dia para adultos de 19 a 51 anos. Isto, naturalmente, corresponde a apenas 45 gramas por dia para um virtual adulto de 60 kg. Você também deve saber que a OMS estimou a necessidade de proteínas para adultos para em 0,6g / kilo por dia. (Todas as RDA - consumo diário recomendado - foram calculadas com grande segurança mesmo se você necessita de um pouco mais). Você deve, pelo menos, consumir de 28 a 30 gramas por dia!
Agora, 45 gramas por dia é uma razoável quantidade de proteína. Considere também, que a proteína não deve ser proteína animal. A proteína vegetal é idêntica para todos os efeitos práticos e tem muito menos colesterol e gordura saturada. (Não se deixe enganar pela crença antiquada que as proteínas vegetais devem ser cuidadosamente equilibradas para evitar deficiências. Esta preocupação não é correta). Portanto, praticamente todos os americanos, canadenses, britânicos e europeus estão saturados de proteínas. Isto acarreta conseqüências graves ao longo de décadas. Os problemas são a osteoporose que já foi mencionada, aterosclerose e danos nos rins. Há claras evidências de que certas neoplasias, principalmente de cólon e reto, estão relacionados ao excesso de consumo de carne. Barry Brenner, um eminente fisiologista renal foi a primeira autoridade a apontar, rigorosamente, os perigos do excesso de proteínas para os túbulos renais. Os perigos da gordura e colesterol são conhecidos por todos. Finalmente, você deve saber que o teor de proteínas do leite materno é de apenas 0,9%, o menor de todos os mamíferos.
HÁ MAIS PROBLEMAS?
Desculpe, mas há mais. Lembra-se da lactose? Este, sem dúvida, é o principal carboidrato do leite. A natureza proporciona aos recém-nascidos recursos enzimáticos para metabolizar a lactose, mas essa habilidade se extingue, em geral, na faixa de 4 a 5 anos.Qual é o problema com a lactose, o açúcar do leite? Trata-se de um dissacarídeo demasiado grande para ser absorvido pela corrente sanguínea, deve ser dividido em monossacarídeos, ou seja, galactose e glicose. Isso requer a presença de uma enzima, a lactase mais outras enzimas para quebrar a galactose em glicose.
Vamos refletir sobre isso um momento. A natureza nos dá a capacidade de metabolizar a lactose por alguns anos e depois desliga o mecanismo!. A Mãe Natureza está tentando nos dizer alguma coisa? É evidente que todas as crianças devem beber leite, mas os adultos não percebem a tendência da natureza de abandonar mecanismos que não são necessários, ainda, pelo menos metade dos adultos humanos neste planeta é intolerante à lactose. Não foi senão pela introdução relativamente recente de produtos lácteos e do pastoreio e da habilidade de "compartilhar" o leite de outros grupos de mamíferos que se tornou 'necessária' para a sobrevivência a preservação da lactase (a enzima que permite a digestão da lactose).
Mas por que seria benéfico beber leite de vaca? Afinal, a maioria dos seres humanos ao longo dos tempos bebeu leite. E mais, porque apenas os seres humanos de pele branca ou clara e não os de pele pigmentada mantiveram este talento de manter a produção de lactase?
Os estudantes da teoria da evolução reconhecem que pele branca é inovação genética muito recente, talvez não mais que 20.000 ou 30.000 anos. Provavelmente isso tem a ver com as migrações do homem primitivo para as regiões frias do norte com pouca insolação quando, então, peles e roupas se tornaram indispensáveis. A pela clara quando exposta à luz do sol permite a produção de vitamina D mais eficientemente do que a pele escura. No entanto, quando apenas o rosto é exposto à luz solar esta área de pele clara é insuficiente para fornecer a vitamina D. Se dieta e luz do sol forem pobremente disponíveis, a capacidade de usar o abundante cálcio do leite de vaca seria uma garantia de sobrevivência para os seres humanos que pudessem digerir o leite. Esta parece ser a única explicação lógica para os seres humanos de pele clara ter alto grau de tolerância à lactose, quando comparados com indivíduos negros.
Como pode isso ser elucidado? Certos grupos raciais, ou seja, negros adultos apresentam até 90% de intolerância à lactose. Entre os caucasianos a taxa é de 20 a 40%. Os orientais estão a meio termo entre os dois grupos acima.
Os estudantes da teoria da evolução reconhecem que pele branca é inovação genética muito recente, talvez não mais que 20.000 ou 30.000 anos. Provavelmente isso tem a ver com as migrações do homem primitivo para as regiões frias do norte com pouca insolação quando, então, peles e roupas se tornaram indispensáveis. A pela clara quando exposta à luz do sol permite a produção de vitamina D mais eficientemente do que a pele escura. No entanto, quando apenas o rosto é exposto à luz solar esta área de pele clara é insuficiente para fornecer a vitamina D. Se dieta e luz do sol forem pobremente disponíveis, a capacidade de usar o abundante cálcio do leite de vaca seria uma garantia de sobrevivência para os seres humanos que pudessem digerir o leite. Esta parece ser a única explicação lógica para os seres humanos de pele clara ter alto grau de tolerância à lactose, quando comparados com indivíduos negros.
Como pode isso ser elucidado? Certos grupos raciais, ou seja, negros adultos apresentam até 90% de intolerância à lactose. Entre os caucasianos a taxa é de 20 a 40%. Os orientais estão a meio termo entre os dois grupos acima.
Diarréia, gases e cólicas abdominais são os resultados da ingestão excessiva de leite para essas pessoas. A maioria dos índios americanos não tolera o leite. A indústria do leite admite que a intolerância à lactose provoca uma devastação intestinal em cerca de 50 milhões de americanos. A intolerância à lactose explodiu e rendeu à indústria farmacêutica cerca de 117 milhões de dólares em 1992 (período 17 de maio de 1993 .)
Deseja você consumir produtos lácteos, mesmo sendo intolerante à lactose? Não é possível? Não completamente! A lactose pode ser digerida por bactérias e você será capaz de apreciar o seu queijo e o seu iogurte apesar da intolerância à lactose ("tome cuidado com as contaminações virais e bacterianas"). Por fim, eu nunca poderia ter sonhado com isto, os geneticistas querem manipular os genes e alterar a composição do leite (Am J Clin Nutr 1993 Suppl 302s).
Resumindo, poderíamos simplesmente dizer que o leite é totalmente desprovido de fibras e que seu uso habitual provoca constipação e transtornos intestinais.
As implicações do consumo do leite com a anemia e o sangramento intestinal interno em lactentes são conhecidas por todos os médicos. Isto se deve, principalmente, à falta de ferro e a irritação na mucosa intestinal. A literatura pediátrica está repleta de artigos que descrevem a irritação do revestimento intestinal, sangramento, aumento da permeabilidade intestinal, bem como cólicas, diarréia e vômitos em bebês sensíveis ao leite de vaca. A anemia tem duas causas: perda de sangue e ferro, bem como deficiências em ferro no leite de vaca. O leite é também a principal causa de alergia na infância.
A resposta a esta pergunta é que leite de baixo teor de gordura não significa que o teor de gordura do leite é baixo. O termo "baixo teor de gordura" é um termo de marketing utilizado para iludir o público. Leite de baixo teor de gordura contém de 24 a 33% de gorduras! O valor de 2% também é enganação, isto se refere ao peso. Eles não dizem que, em peso, o leite contém 87% de água!
"Bem, não é um desmanche de prazeres, mas você deve consumir leite sem gordura!", ouve-se isso frequentemente. (Outra preocupação constante é: "O que você vai colocar em seu cereal?"). Sem dúvida, mesmo com baixos teores de gordura você terá uma sobrecarga de proteínas e lactose. Não precisamos de mais de lactose. Sabemos que milhões de americanos são intolerantes à lactose e, ainda, vivemos em uma sociedade que rotineiramente ingere muito mais proteína do necessário. É um fardo para os nossos órgãos, especialmente para os rins, e a causa mais importante da osteoporose. Com base em cereais, gostaria de sugerir o leite de soja, leite de arroz ou leite de amêndoa como substitutos saudáveis. Se você ainda está preocupado com cálcio, o "Westsoy" é uma formula que contém a mesma concentração de cálcio como o leite.
Eu tive um paciente que dizia exatamente isso. Ele não tinha vícios óbvios. Não fumava ou bebia, nem comia carne, sua dieta e estilo de vida era quase a materialização da saúde perfeita, mas ele tinha uma paixão. Já adivinhou!, ele amava sorvetes ricamente produzidos. Uma pitada dos mais ricos seria uma magra ração diária para ele. Frequentemente ele comia quase uma torta de sorvete incluindo biscoitos e outros produtos de pastelaria. Ele parecia estar em boa saúde, apesar da meia idade quando teve um derrame devastador que o deixou paralisado, miserável e indefeso, e teve novos derrames e morreu anos após sem nunca ter deixado o hospital ou a unidade de reabilitação. Ele estava velho? Penso que não. Ele estava em seu 50s.
Não beba leite para melhorar a saúde. Estou convencido com base na evidência científica de que leite não "faz bem para a saúde do corpo". A Inclusão de leite só irá reduzir o valor nutricional e a segurança de sua dieta.
A maioria das pessoas no planeta vive muito saudavelmente sem leite de vaca. Você também pode.
Vai ser difícil mudar, nós fomos condicionados desde a infância a pensar no leite como o "alimento mais perfeito da natureza". Eu garanto sua proteção, poderá melhorar sua saúde sem custos. O que você perderia?
"THE MILK LETTER: A MESSAGE TO MY PATIENTS. Robert M. Kradjian, MD Breast Surgery Chief Division of General Surgery, Seton Medical Centre # 302 - 1800 Ave Sullivan.Daly City, CA 94015 E.U.A".
Resumindo, poderíamos simplesmente dizer que o leite é totalmente desprovido de fibras e que seu uso habitual provoca constipação e transtornos intestinais.
As implicações do consumo do leite com a anemia e o sangramento intestinal interno em lactentes são conhecidas por todos os médicos. Isto se deve, principalmente, à falta de ferro e a irritação na mucosa intestinal. A literatura pediátrica está repleta de artigos que descrevem a irritação do revestimento intestinal, sangramento, aumento da permeabilidade intestinal, bem como cólicas, diarréia e vômitos em bebês sensíveis ao leite de vaca. A anemia tem duas causas: perda de sangue e ferro, bem como deficiências em ferro no leite de vaca. O leite é também a principal causa de alergia na infância.
BAIXOS TEORES DE GORDURA!
Um tema adicional: "baixos teores de gordura do leite". Uma freqüente e sincera pergunta é: "O leite contém baixos teores de gordura, é verdade?"A resposta a esta pergunta é que leite de baixo teor de gordura não significa que o teor de gordura do leite é baixo. O termo "baixo teor de gordura" é um termo de marketing utilizado para iludir o público. Leite de baixo teor de gordura contém de 24 a 33% de gorduras! O valor de 2% também é enganação, isto se refere ao peso. Eles não dizem que, em peso, o leite contém 87% de água!
"Bem, não é um desmanche de prazeres, mas você deve consumir leite sem gordura!", ouve-se isso frequentemente. (Outra preocupação constante é: "O que você vai colocar em seu cereal?"). Sem dúvida, mesmo com baixos teores de gordura você terá uma sobrecarga de proteínas e lactose. Não precisamos de mais de lactose. Sabemos que milhões de americanos são intolerantes à lactose e, ainda, vivemos em uma sociedade que rotineiramente ingere muito mais proteína do necessário. É um fardo para os nossos órgãos, especialmente para os rins, e a causa mais importante da osteoporose. Com base em cereais, gostaria de sugerir o leite de soja, leite de arroz ou leite de amêndoa como substitutos saudáveis. Se você ainda está preocupado com cálcio, o "Westsoy" é uma formula que contém a mesma concentração de cálcio como o leite.
RESUMO
Refletindo profundamente, só há uma razão válida para beber leite ou usar produtos lácteos: simplesmente prazer. Porque nós gostamos e porque se tornou uma parte de nossa cultura. Porque nos acostumados com seu sabor e textura. Porque gostamos da forma como desliza goela abaixo. Porque os nossos pais fizeram o melhor que podiam nos condicionando ao consumo do leite desde a tenra infância. Eles nos ensinaram a gostar dele. E então, provavelmente, a melhor razão é o sorvete! Eu sempre ouvi "eu morro por ele".Eu tive um paciente que dizia exatamente isso. Ele não tinha vícios óbvios. Não fumava ou bebia, nem comia carne, sua dieta e estilo de vida era quase a materialização da saúde perfeita, mas ele tinha uma paixão. Já adivinhou!, ele amava sorvetes ricamente produzidos. Uma pitada dos mais ricos seria uma magra ração diária para ele. Frequentemente ele comia quase uma torta de sorvete incluindo biscoitos e outros produtos de pastelaria. Ele parecia estar em boa saúde, apesar da meia idade quando teve um derrame devastador que o deixou paralisado, miserável e indefeso, e teve novos derrames e morreu anos após sem nunca ter deixado o hospital ou a unidade de reabilitação. Ele estava velho? Penso que não. Ele estava em seu 50s.
Não beba leite para melhorar a saúde. Estou convencido com base na evidência científica de que leite não "faz bem para a saúde do corpo". A Inclusão de leite só irá reduzir o valor nutricional e a segurança de sua dieta.
A maioria das pessoas no planeta vive muito saudavelmente sem leite de vaca. Você também pode.
Vai ser difícil mudar, nós fomos condicionados desde a infância a pensar no leite como o "alimento mais perfeito da natureza". Eu garanto sua proteção, poderá melhorar sua saúde sem custos. O que você perderia?
"THE MILK LETTER: A MESSAGE TO MY PATIENTS. Robert M. Kradjian, MD Breast Surgery Chief Division of General Surgery, Seton Medical Centre # 302 - 1800 Ave Sullivan.Daly City, CA 94015 E.U.A".
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